Peterson Freitas e gosto pelo desafio de ser treinador

Peterson Freitas, Operário Pilarzinho, Tanguá

Peterson Freitas (divulgação/DRAP)
Peterson Freitas (divulgação/DRAP)

Peterson Freitas passou sete anos trabalhando no Operário Pilarzinho. Lá iniciou sua carreira de técnico do amador e teve a oportunidade de auxiliar Marquinhos Passaúna na campanha do título da Suburbana de 2019.

 

Agora, o treinador assume um novo desafio: Será técnico do Tanguá no seu retorno à primeira divisão após mais de 20 anos longe da elite. Conversamos com Peterson sobre sua passagem no Operário Pilarzinho, a parceria com Marquinhos Passaúna e a expectativa para a temporada de 2020, caso ela aconteça.

 

Peterson técnico

Peterson Freitas já foi jogador, mas vê desafios e satisfações maiores em ser técnico. “Atuei por vários clubes do amador como jogador, mas ser treinador é bem diferente. Gerir um grupo, passar confiança em sua metodologia de trabalho e gestão é difícil. Mas é muito prazeroso quando o resultado é atingido”, explica.

 

Peterson começou sua carreira no comando de uma equipe em 2013, quando passou a treinar o adulto do Operário Pilarzinho. Antes disso, tinha trabalhado nas categorias de base do clube. O técnico destaca o jogo ofensivo como metodologia preferida.

 

“Metodologia muito ofensiva, estudar o adversário e principalmente potencializar os atletas. Eles que decidem sempre”, destaca Freitas.

 

Uma das melhores temporadas para o treinador aconteceu em 2019. Naquela oportunidade, ele foi o diretor de futebol e auxiliar técnico de Marquinhos Passaúna na campanha do título da Suburbana 2019. “Trocávamos muitas ideias de jogo, formação, ETC.”, fala Peterson.

 

“Mas ressalto aqui: sem o Marquinhos não seríamos campeões. Todo o mérito é dele. Levou os atletas com maestria”, completa o técnico.

 

Futuro

Apesar de estar no comando do Tanguá, Peterson não sai totalmente do Bortolo Gava. Agora, ele segue no projeto das categorias de base do clube. “Temos um projeto de formação de atletas. A formação é o que me fascina. Ver a evolução de um atleta em formação é muito fera”, comenta Peterson.

 

Sobre a expectativa para 2020, ele diz:

“Estou focado no Tanguá, no projeto que estamos montando para o amador de Curitiba. Acho que podemos colher ótimos frutos, isso se o campeonato acontecer”, completa o técnico.