ESPETÁCULO NO DIA SEGUINTE – A QUASE HISTÓRIA DA TEVE BRASILEIRA ACONTECE NOS DIAS 27 E 28


NO DIA SEGUINTE – A QUASE HISTÓRIA DA TEVE BRASILEIRA

 

O Antropofocus que completou 18 anos de atividades e sempre pesquisando a diversidade da comédia e do humor em seus espetáculos, volta aos palcos curitibano para uma curta temporada com seu premiado espetáculo NO DIA SEGUINTE – A QUASE HISTÓRIA DA TEVÊ BRASILEIRA, nos dias 27 e 28 de julho, no Guairinha.

 

 

SINOPSE

Desde a sua fundação, no ano 2000, o Antropofocus dedica-se a observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Esta premissa inicial instigou o grupo a explorar diferentes formas de comicidade, que podem ser reconhecidas no repertório de 12 espetáculos produzidos pelo grupo ao longo de sua trajetória.

Em seu mais recente trabalho, tendo como pano de fundo os aspectos históricos do surgimento da televisão no Brasil e como o improviso supria, muitas vezes, a falta de conhecimento técnico sobre esta nova mídia, NO DIA SEGUINTE – A QUASE HISTÓRIA DA TEVE BRASILEIRA retrata questões relevantes da atualidade, e propõe uma reflexão sobre a manipulação dos veículos de comunicação, levando ao palco a fictícia estreia da tevê ao vivo no Brasil, uma sátira que mescla informações e lendas sobre a chegada da TV no país, com referência a programas e personalidades da atualidade.

O espetáculo conquistou 07 indicações ao Troféu Gralha Azul, premiação aos destaques da produção teatral paranaense, concorrendo nas categorias de melhor espetáculo, melhor direção, melhor texto, melhor trilha sonora, melhor figurino, melhor ator coadjuvante e conquistando o prêmio de Melhor Atriz para Anne Celli.

Em poucos instantes vai começar a programação da TV Anhanguá, o primeiro canal de televisão do Brasil. Depois de meses de ensaio atores, músicos e técnicos estão preparados para tudo. Ou quase tudo!

 

PESQUISA

Para o Antropofocus, chegar a maioridade, é mais do que uma comemoração, é uma celebração da nossa trajetória, da nossa continuidade e principalmente da nossa resistência.

Foi em nossas constantes pesquisas sobre o humor e improviso no Brasil que descobrimos que, quando a TV brasileira começou, os profissionais vinham do rádio, teatro e jornalismo sem nenhuma ideia de como trabalhar com essa nova mídia. Como não havia ainda a tecnologia para gravação em videoteipe, tudo era feito ao vivo e acidentes eram inevitáveis. Tendo como pano de fundo os aspectos históricos do surgimento da televisão no país e como a técnica do improviso supria, muitas vezes, a falta de tecnologia, o grupo encontrou o mote perfeito para concretizar a junção entre as linguagens pesquisadas ao longo desses anos: criação de dramaturgia, improvisação, música ao vivo, vídeo e transmissão ao vivo.

Desde o começo das nossas pesquisas sobre comicidade, ficava evidente o papel que a televisão teve em limitar as linguagens cômicas vigentes no país. Ao criar um espetáculo sobre a televisão e criticar seu papel, estamos satirizando as limitações da linguagem televisa e seu falso glamour, e evidenciamos a importância da reciprocidade na ação dramática entre ator e espectador, experiência esta possível somente numa apresentação ao vivo.

Mesmo querendo manter como pano de fundo os aspectos históricos do surgimento da televisão no país e falando sobre como o improviso supria, muitas vezes, a falta de tecnologia, foi necessário buscar técnicas bastante modernas para alcançar isso no palco.

Essa linguagem não distancia o espectador do espetáculo, muito pelo contrário. O uso da tevê ao vivo no cenário da peça não é mero artifício visual, mas sim um importante complemento da narrativa do espetáculo, em que o público pode observar as discrepâncias entre o que é transmitido (que aparece nas tevês) e o que acontece nos bastidores.

No Dia Seguinte – A Quase História da Tevê Brasileira narra a fictícia estreia da tevê no Brasil, ambientando o espaço cênico (teatro) como um auditório de um estúdio de televisão de 1950.

 

FICHA TÉCNICA

Direção:                                  Andrei Moscheto

Texto:                                       Anne Celli & Andrei Moscheto

Elenco:                                    Anne Celli / Andrei Moscheto / Edran Mariano / Luiz Carlos Pazello  / Marcelo Rodrigues

Músico:                                   Levi Brandão

Técnicos:                                Lucri Regianni  e Paulo Rosa

Cenário e Figurinos:             Paulo Vinícius

Vídeo:                                      Paulo Rosa

Iluminação:                            Lucas Amado

Diretor de Produção:            Edran Mariano

Realização:                             Antropofocus

 

 

SERVIÇO

 

Dias 27 e 28 de julho, respectivamente 20 hrs e 19 hrs

Local: Guairinha

Ingressos: 40,00 (inteira) e 20,00 (meia-entrada)

Vendas de ingresso: Ticket Fácil – www.ticketfacil.com.br ou na bilheteria do teatro Guaíra

 

 

CONTATO DE PRODUÇÃO:

Edran Mariano – (41) 99955-9172  /  [email protected]