Na estreia do Pré-Olímpico, Brasil abre 10 de frente, mas permite empate e perde na prorrogação

Brasil, Porto Rico

O'neill foi destaque de Porto Rico (divulgação)
O'neill foi o destaque de Porto Rico (divulgação)

            Brasil começa bem, mas não resiste a O’neill. Próximo desafio é contra a França, nesse Sábado

Nessa quinta (6), o Brasil enfrentou Porto Rico, pela primeira rodada do Pré-Olímpico Mundial feminino de basquete, e perdeu, na prorrogação por 91×89, depois de chegar a ter 10 pontos de vantagem. O’neill foi a melhor da partida, com 30 pontos.

 

            O Jogo:

A partida começou bastante equilibrada, com o Brasil tendo dificuldades no ataque e Porto Rico pressionando bastante. As porto-riquenhas abriram 3 a 0 com chute do perímetro de Pamela Rosado. Thamires respondeu na sequência, empatando para o Brasil.

 

O’neill, destaque do primeiro período com 2 pontos, foi a principal arma ofensiva das porto-riquenhas. Ela anotou dois pontos para abrir 5-3, depois outra cesta para fazer 7-5, e por fim, abriu vantagem convertendo mais dois lances livres.

 

mas logo Débora respondeu com uma bola de três de muito longe. Depois, Patty Teixeira anotou mais dois pontos para as comandadas de José Neto, virando o jogo para 14-13. O Brasil chegou a abrir 4 pontos de vantagem, e terminou o primeiro quarto com 2 de frente, vencendo por 20×18.

 

Se o primeiro quarto foi de O’neill, o começo do segundo período foi da experiente Erika, pelo Brasil. A pivô  anotou quatro pontos e parou um ataque porto-riquenho. Jennifer errava demais, e logo o técnico de Porto Rico pediu tempo, depois de uma bola de dois convertida por Erika.

 

Mas as instruções não fizeram muito efeito. Com um lance de dois pontos+falta de Taina Paixão e outro arremesso convertido de Erika, a seleção brasileira abriu 32×24.

Erika (divulgação)
Erika (divulgação)

Pela seleção centro-americana, Gibson passou a ser o escape, para compensar o quarto ruim de O’neill. E ajudou. Quando a seleção brasileira parou de pontuar, uma bola de Salaman deixou as porto-riquenhas apenas três pontos atrás, o que durou pouco, já que Erika estava inspiradíssima e logo anotou dois pontos em rebote ofensivo, e mais dois em assistência de Débora.

 

Assim, o Brasil manteve a vantagem em 5 pontos, e fechou o primeiro tempo com 6 de frente: 42×36.

 

No terceiro período, a seleção brasileira continuou tranquila. Com quatro pontos de Damiris logo no início, abriu 48×38 sobre Porto Rico.

 

A vantagem foi mantida nos primeiros cinco minutos, mas as adversárias esboçaram uma reação, aproveitando-se das muitas faltas cometidas pelo Brasil. Porém, com mais uma bola de dois de Damiris e chute do perímetro  de 3 convertida por Patty, a equipe voltou a ter 10 de frente e administrou, encerrando o quarto vencendo por 63×55.

Damiris mandou no terceiro quarto (divulgação)
Damiris foi a cestinha da seleção brasileira (divulgação)

            O sufoco:

O último período começou nervoso. Novamente errando no ataque, a seleção permitiu a reação das porto-riquenhas. Com quatro pontos de Gibson e dois de Gwathmey, a vantagem caiu para 67×61, obrigando José Neto a pedir tempo.

 

Damiris e Patty Teixeira, certeiras nos arremessos, mantinham a vantagem brasileira. Mas O’neill apareceu. Com uma bola de 3, ela diminuiu a vantagem de 5 para 2 pontos; Patty conseguiu dois pontos e a falta, não converteu o lance livre, porém Damiris sofreu nova falta ao pegar rebote ofensivo, converteu os lances e chegou a 25 pontos no jogo.

 

Pena que Gibson apareceu na sequência, com uma jogada de quatro pontos, e diminuiu novamente a vantagem; depois, Quiñones chegou fácil para a bandeja e empatou tudo.

 

Faltando 36 segundos, Porto Rico assumiu a liderança do placar com mais uma cesta de Quiñones. A pivô Erika pegou rebote ofensivo e recolocou o Brasil na frente, mas Pamela Rosado sofreu falta faltando 12 segundos. Ela converteu um dos lances livres, deixando o placar em 83×83. Prorrogação.

 

            O sufoco:

O último período começou nervoso. Novamente errando no ataque, a seleção permitiu a reação das porto-riquenhas. Com quatro pontos de Gibson e dois de Gwathmey, a vantagem caiu para 67×61, obrigando José Neto a pedir tempo.

 

Damiris e Patty Teixeira, certeiras nos arremessos, mantinham a vantagem brasileira. Mas O’neill apareceu. Com uma bola de 3, ela diminuiu a vantagem de 5 para 2 pontos; Patty conseguiu dois pontos e a falta, não converteu o lance livre, porém Damiris sofreu nova falta ao pegar rebote ofensivo, converteu os lances e chegou a 25 pontos no jogo.

 

Pena que Gibson apareceu na sequência, com uma jogada de quatro pontos, e diminuiu novamente a vantagem; depois, Quiñones chegou fácil para a bandeja e empatou tudo.

 

Faltando 36 segundos, Porto Rico assumiu a liderança do placar com mais uma cesta de Quiñones. A pivô Erika pegou rebote ofensivo e recolocou o Brasil na frente, mas Pamela Rosado sofreu falta faltando 12 segundos. Ela converteu um dos lances livres, deixando o placar em 83×83. Prorrogação.

 

                Tempo extra:

A prorrogação não começou nada bem. O’neill já iniciou com uma bola de dois, e a seleção brasileira cometia muitos erros.  Pamela Rosado abriu quatro de vantagem, e Gibson converteu dois lances livres para fazer Porto Rico disparar, 89×83.

 

Faltando 1min29s para o fim, José Neto pediu tempo. O Brasil não pontuara até o momento. Na volta, Patty Teixeira mandou uma de três, seguida por Damiris, com outra do perímetro.

 

O Brasil tentou, mas não adiantou. O’neill foi decisiva para segurar o jogo no ataque, e Porto Rico saiu com o resultado positivo: 91×89.

 

                E agora?

O próximo jogo do Brasil será contra a França, nesse sábado (8) às 16h, A seleção ainda terá um confronto contra a Austrália no domingo (9), às 10h, as duas partidas com transmissão do SporTV.

 

No grupo do Brasil, as três primeiras da chave garantem vaga à Tóquio-2020.