O erotismo e a libertinagem de “A Filosofia na Alcova” na Cinemateca


Stephane Souza / foto: divulgação

Filme é uma releitura da obra do Marquês de Sade

Dois libertinos, Dolmancé (Henrique Mello) e Juliette (Stephane Souza), comandam uma casa clandestina onde todos os prazeres sexuais são possíveis. Um dia, eles recebem o pedido de um respeitado burguês para acolher e educar sua filha virgem, Eugénie (Bel Friosi). Inicialmente, a garota fica chocada com as orgias e violências. Depois, se acostuma às práticas sadomasoquistas e passa a desafiar todos em nome da permanência na casa, inclusive a mãe religiosa. Baseado na peça homônima do Marquês de Sade.  A direção é de Ivam Cabral, Rodolfo García Vázquez, líderes do grupo de teatro Satyros.

“A Filosofia na Alcova” (La Philosophie dans le boudoir) apareceu pela primeira vez em 1795 como obra póstuma do autor de “Justina”, em dois volumes ilustrados. Constitui o mais expressivo dos escritos de Sade nas práticas do vício. É uma antologia da libertinagem. A obra, em forma de diálogos, trata da educação sexual de uma jovem, apresentando, além do erotismo, posições ideológicas que discutem os ideais republicanos e as submissões de uma maneira geral. O romance se passa no quarto, num cenário de coxins, divãs, almofadas e lençóis, onde a jovem Eugénie aprende as artes da libertinagem através do experiente Dolmancé e da senhora de Saint-Ange.

Serviço:

A Filosofia na Alcova

1º a 12 de abril – 19 horas

Cinemateca de Curitiba

Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco

R$10 e R$5

Fonte: assessoria

Foto: divulgação

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