Suburbana: Nos pênaltis, Operário Pilarzinho vence Capão Raso e avança às semifinais

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Bitoca, melhor da partida, converteu a primeira penalidade a favor do Pilarzinho (José Leal/Cultura 930)

Depois de ter a posse de bola e as melhores oportunidades durante a partida, o Operário Pilarzinho foi recompensado. Mas, somente nos pênaltis, onde tudo se iguala. Da marca da cal, o time da casa garantiu a merecida vitória e a vaga nas semifinais, ao vencer por 5 a 3.

 

Agora, o Tricolor enfrenta a equipe do Trieste, que venceu o Imperial por 3 a 0. O outro jogo das semifinais será entre Santa Quitéria e Iguaçu.

 

            O Jogo:

Nos minutos iniciais de partida, equilíbrio. As duas equipes se estudavam e tivemos apenas duas finalizações nos primeiros dez minutos, uma pra cada lado. A partir daí, domínio do Operário. Primeiro, Everson pegou sobra de escanteio e mandou com perigo; a bola desviou na zaga e saiu para novo esquinado. Na cobrança, Pedro Oldoni finalizou para boa defesa de Pantera; no rebote, Baroni mandou na trave, antes de novo chute desviado pela linha de fundo.

 

Aos 13, em bola aérea, Everson desviou de cabeça para Wesley, que mandou em cima do goleiro. Aos 16, Wesley recebeu após roubo de bola no ataque, cruzou com perigo, mas ela passou por toda a extensão da área sem que ninguém chegasse.

 

Dos 20 minutos em diante, a pressão diminuiu. O time mandante ainda tinha a posse e era quem criava as oportunidades, mas o Capão se defendeu bem, já que boa parte dos lances criados era de bola aérea, sem tantas jogadas trabalhadas.

 

O Tricolor de Aço, por sua vez, só voltou a finalizar aos 27, em batida de falta na barreira feita por Tomate. Depois disso, o único chute foi do Pilarzinho, em boa cobrança de falta de Bitoca, mandando à direita do gol.

Na segunda etapa, poucas emoções. O jogo continuou na mesma pegada, com o Operário tendo a bola e o Capão Raso apenas se defendendo, já que os contra-ataques, na maioria das vezes, eram chutões para o campo ofensivo.

 

As melhores chances foram com Wesley, em cruzamento perigoso desviada pela defesa do Capão Raso; Bitoca, no minuto seguinte, quase marcando gol olímpico; e Bruno Vinicius, com 21 minutos, cabeceando cobrança de falta e forçando grande defesa de Pantera em cima da linha.

 

Pelo Capão Raso, apenas Ricardo levou perigo, em cobrança de falta aos 14 minutos que Juninho quase deixou passar.

 

Depois dos 30, as equipes pareciam querer levar as decisões para os pênaltis, e foi o que aconteceu. E, logo na primeira cobrança, o Operário saiu com vantagem. Bitoca, melhor da partida, converteu sua penalidade, enquanto Juninho defendeu a batida de Tomate.

Tomate perdeu sua penalidade (José Leal/Cultura 930)

Os dois times seguiram acertando suas cobranças até a quinta penalidade. A defesa de Juninho, na primeira, fez toda a diferença, e o Operário Pilarzinho venceu por 5 a 3 na marca da cal, com o pênalti decisivo sendo convertido por Baroni.

 

A data das semifinais ainda será marcada pela Federação Paranaense de Futebol.